"Não se pode falar de educação sem amor".
( Paulo Freire )

domingo, 13 de dezembro de 2009

Mais uma etapa concluída!


Lição De vida
Preciso acreditar que a vida se conserta
No mistério do seu ritmo irracional.
("Intrigante: ela não pára!", disse um poeta...)
Prefiro acreditar que os erros são degraus
Da escada da vida, que nunca se completa,
Mas avança sempre mais alta, mais real,
Mais ampla; e uma perspectiva mais aberta
Aceitamos nesta complexa espiral:
A vida é a própria escada, não o seu destino;
E a gente não vive só quando a gente acerta,
Mas também se aprende fazendo a coisa errada.
Viver, então, é o aprendizado contínuo:
Cada passo, um recomeço... (Disse um poeta:
"A vida só é possível reinventada...")
Autor Desconhecido


Estamos chegando em mais um final de semestre e podemos dizer mais uma etapa concluida em nossas vidas. O poder da palavra dita na hora certa tem um efeito transformador segundo nossa querida professora Eunice Nonato, frase essa que constatamos ser veridica, todas as palavras, todos os gestos, todas as atitudes das profesoras nos remetem a um único ideal de educação. Uma educação centrada na pessoa, buscando igualdade e acima de tudo solidariedade. Agradecemos a nossa turma pela união e pelo aprendizado que juntos construimos e aos professores pela dedicação para a construção do nosso curriculo de vida e como futuros(as) profissionais.
Seguiremos a nossa busca incessante pelo conhecimento.

Resiliência - O que é isso?


É a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Resiliência surgiu na física e significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades, é trabalhado em todas as áreas como saúde, finanças, indústria, sociologia, e psicologia. O ser humano resiliente desenvolve a capacidade de recuperar – se e moldar – se novamente a cada obstáculo e a cada desafio. Quando mais resiliente for o indivíduo maior será o desenvolvimento pessoal, isso torna uma pessoa mais motivada e com capacidade de contornar situações que apresente maior grau de tensão.

” É a arte de transformar toda energia de um problema
em uma solução criativa” grapeia/2004

Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.
Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:
- Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação
- Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)
- Separar bem quem você é e o que faz
- Usar a criatividade para quebrar a rotina
- Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado - original .

A resiliência consiste no equilíbrio entre a tensão e a habilidade de lutar, de atingir outro nível de consciência, que nos traz uma mudança de comportamento e a capacidade de lidar com os obstáculos da vida e do profissional

Bullying - uma violência social


O termo bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. O bullying é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de bullying entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo. Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de bullying possíveis, a seguir, relacionamos algumas ações que podem estar presentes: Colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, encarnar, sacanear, humilhar, etc. A agressividade infantil é um assunto bastante amplo e podemos notar suas raízes desde o início das relações das crianças ainda na educação infantil.

É importante:
Trabalhar a auto-estima
Conscientizar sobre a gravidade do BULLYNG
Aprender a conviver com as diferenças e respeitá-las
Aprimorar sua conduta, colocando-se no lugar do outro na situação de conflito
Reconhecer valores individuais em terceiros, fortalecendo assim laços de amizades
Valorizar cada segundo da vida, como se fosse o último

Eai? Como é que fica?!

video


Nesse video podemos observar um relato de um professor, onde o comentarista faz uma reflexão que não cabe a nós critica-la , mesmo discordando da opinião que o mesmo possui sobre determinado assunto, ele tem para si, que a melhor teoria é a teoria da punição, como vimos em psicologia, onde o aluno age e é punido por sua atitude, mas a punição sugerida a ele é uma punição severa, que acreditamos não funcionar, pois o aluno vai cometer uma infração e vai ser punido com violência, alem de que pode assim acabar tornando-se um ciclo vicioso, ou seja, eu faço e apanho e logo acaba, logo a dor passa, essa violência pode ser transferida para a vida dessa criança.
Acreditamos que o comentarista não está correto em sua colocação, nós como futuros pedagogos(as), devemos estar sempre exercitando o nosso “saber ouvir” e obviamente estar também obseravando tudo ao nosso redor, para que possamos compreender o que fez com que aquele aluno estivesse agindo de determinada maneira. Como vamos educar nossas crianças se a mídia os agride referindo-se aos mesmos como pivetes?

sábado, 12 de dezembro de 2009

O gênero da docência


- Qual o gênero da escola?
A escola é feminina, por ser espaço de atuação das mulheres, a atividade escolar é marcada pelo cuidado, pela vigilância e pela educação, tarefas tradicionalmente femininas. Além disso, os discursos pedagógicos (teorias, legislação, normatização) buscam demonstrar que as relações e as práticas escolares devem se aproximar das relações familiares, devem estar embasadas em afeto e confiança e conquistar a adesão e engajamento dos estudantes em seu processo de formação.
A escola é masculina, pois se lida fundamentalmente com o conhecimento e esse conhecimento foi historicamente produzido pelos homens. Ainda que as agentes de ensino possam ser mulheres, elas se ocupam de um universo marcadamente masculino, não apenas porque as diferentes disciplinas escolares se construíram pela ótica dos homens mas porque a seleção a produção e a transmissão dos conhecimentos (os programas, livros, as estatísticas, os mapas, etc.) são masculinos.
-> O que fica evidente é que a escola é atravessada pelos gêneros, difícil decidir qual a resposta mais adequada, é impossível pensar sobre a instituição sem se refletir sobre as construções sociais e culturais de masculino e feminino.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Plano de aula


Nas aulas de didática e mediação pedagógica elaboramos em duplas um plano de aula apartir de um recurso didático. Apatir da massinha de modelar criamos tema, objetivos,conteúdos, procedimentos, recursos e avaliação. Após, tivemos a oportunidade de simular através de pequenas esquetes as situações previamente planejadas.
Segue o plano de aula elaborado por Kelly e Mônica:

Tema
-Animais e Cores

Objetivos:
-Utilizar sucatas valorizando a reciclagem
-Exercitar a coordenação motora
-Identificar as cores
-Contar até 12
-Criar e modelar animais
-Conscientizar-se da importância dos animais paa o meio ambiente
-Identificar a cor e seu animal preferido
-Envolver-se com concentração nas atividades propostas
-Identificar a diversidade de animais

Conteúdos:
-Cores
-Animais
-Quantidades
-Reciclagem

Procedimentos:
-Criação do mini zoológico em grupo (maquete)
-Confecção de animais de massinha atividade individual

Recursos:
-Massinha de modelar
-Tesoura
-Cola
-Canetinhas
-Tintas
-Folhas de ofício
-Argila

Avaliação:
-Participação e envolvimento nas atividades
-Observação na criação dos animais e maquete
-Identificação dos números até 12


O próximo plano de aula trata-se de um planejamento onde construimos uma atividade pedagógica para a informática educacional:

Tema
-Cores e Frutas

Objetivo Geral:
-Conhecer e identificar as cores através das frutas exercitando a coordenação motora através de jogos didáticos

Objetivos:
-Exercitar a motricidade fina e ampla
-Utilizar a internet como fonte de pesquisa e jogos didáticos
-Identificar as cores
-Indentificar e relacionar as cores da frutas
-Conscientizar-se da importância de uma alimentação saúdavel e balançeada
-Envolver-se com concentração na atividade propostas

Conteúdos:
-Cores
-Frutas
-Quantidades

Procedimentos:
O aluno deverá arrastar as frutas para a figura com sua respectiva cor.

Recursos:
-Computador

Avaliação:
-Participação e envolvimento na atividade
-Capacidade de interação no computador
-Identificação da fruta e sua respectiva cor

Pedagogo atuante!

Neste semestre tivemos a oportunidade de estudar a teoria e através da pratica social, vivenciar situações desde a organização como elaboração do planejamento até finalmente ter contato com as crianças da comunidade vila Bom Jesus. Eu, Thais e Priscila decidimos proporcionar diversão e alegria através de palhaçadas utilizando balões com diferentes formatos para presentea-los.
Todas concordamos que foi muito gratificante este momento de prática, onde tivemos contato com as crianças que demonstravam alegria e felicidade com gestos de carinho. Esta vivencia nos sensibilizou ainda mais para a importância do profissional pedagogo e o quanto deve atuar socialmente sempre na busca interminável de igualdade para todos.

Refletindo a educação

A seguir algumas charges que proporcionam reflexão sobre a educação em nosso País:







terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Educador social

Hoje, no Brasil, a educação enfrenta os fortes contrastes sociais que tanto dificultam a praticidade das diversas propostas pedagógicas existentes. No entanto, depara-se com outros aspectos como a riqueza da cultura e a capacidade do povo e dos educadores de ultrapassar os grandes problmeas econômicos e sociais. Nas aulas da professora Simone Dorneles de Pedagogia Social tivemos a oportunidade através de um seminário, pesquisar e entender mais sobre o educador social na realidade brasileira.

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Educador (a) social, um (a) profissional que trabalha com pessoas, participantes de programas e projetos sociais. É um (a) profissional que desempenha desde ações pedagógicas, até orientações e aconselhamentos. Exige grande responsabilidade na sua atuação, pois trabalha com seres humanos em condições de fragilidade e tem como objetivo a reintegração ou reinserção social.‘Quando se fala do educador(a) social, como um(a) profissional comprometido com a sociedade a argumentação de freire de que não se trata do compromisso de qualquer um mas do(a) profissional. (1994)’Educado(a) Social é uma profissão cercada por outras profissões e especializações que ocupam as mesmas áreas e setores como a pedagogia social o serviço social e outras. O (A) educador (a) social que trabalha com a criança e o adolescente, precisa conhecer as fases de desenvolvimento bio-psico-social, ter uma metodologia de trabalho coerente com o objetivo educacional. Enfim, a efetiva ação do(a) educador(a) social depende da sua integridade pessoal, sua visão ampla e específica sobre a criança e o adolescente em seu contexto social e sua capacidade de compreendê-los e aceitá-los sem preconceitos ou pré-julgamentos. Os educadores sociais necessitam ter consciência sobre a força positiva que possuem de exercer junto a estas crianças e adolescentes, seus aspectos pessoais e ter discernimento de sua capacidade de enfrentamento e trabalho com as diversas situações conflituosas apresentadas pelos seus educandos.

“Quatro coisas deve o (a) educador(a) ter sempre em mente: os seus conhecimentos, a sua conduta, a sua integridade e a sua lealdade.” Textos Confuccionistas

Observações em sala de aula


Observação Feita no Colégio Americano, observei uma turma de segunda série onde se divide por sete meninas e dezessete meninos, total de vinte e quatro alunos com a faixa etária aproximadamente de sete a oito anos. A turma ao chegar em sala de aula, com sua autonomia senta em seus respectivos lugares, individualmente, logo a professora de inglês os troca de lugar, devido a conversa e ao "agito" dos alunos. A professora começa a aula, e então no decorrer do ano, ela trabalha em cima dos conteúdos dados pelas outras professoras fazendo a tradução do português para o inglês, um projeto interdisciplinar. A professora no primeiro momento explica e esclarece dúvidas em português logo repete em inglês, possibilita a participação dos alunos e também escuta as perguntas sempre,interagindo com os mesmos. Com relação a sala de aula, pude observar a organização dos móveis existentes, trabalhos expostos realizados pelos alunos. Entre professor e alunos, percebe-se carinho entre ambos, existe respeito e afetividade. Diante de situações imprevistas, alguns alunos ficam um pouco retraídos já outros fazem perguntas. Em caso de desavenças a Professora pede silêncio, pede para não bater nos colegas trazendo a violência como exemplo de atitudes erradas, ruins e também a falta de respeito. Vejo que a língua inglesa tem grande importância no desenvolvimento do aluno, para desenvolver suas potencialidades individuais e ao mesmo tempo o trabalho coletivo Assim, o aluno pode perceber que através do seu trabalho e do seu esforço ele pode transformar e intervir no meio onde vive, e que a escola é um dos caminhos para que isso aconteça.

Priscilla Ramilla.


Nossa observação foi feita na escola de educação infantil São Guilherme, uma escola comunitária, que é localizada no bairro Partenon,observamos a rotina do Maternal II, uma classe onde havia 2 professoras para 11 alunos, 8 meninas e 3 meninos.
Durante nossa observação fizemos algumas anotações sobre a sala, uma sala ampla que possui banheiro integrado, adaptados para as crianças, a sala é organizada com armários colchonetes, muitos brinquedos pedagógicos, cartazes de ajudante do dia, hora da higiene, mural aniversário, números de 0 a 5, cantinho do tempo, hora da história , varal das atividades, árvore de natal.
As crianças estavam sentados em cadeiras ao redor de uma mesa conversando sobre assuntos de casa, cantaram musiquinhas enquanto esperavam o lanche, a professora colocou músicas e chamou os alunos para dançar. Todos demonstraram muita alegria e felicidade, a professora possui o domínio da turma e todos escutam atentamente.
Foi muito gratificante perceber que existem escolas comunitárias bem organizadas, com uma ótima infra-estrutura,onde as crianças demonstram através de sorrisos a alegria de estar em um lugar que proporcione integração,motivação e vontade de aprender, cada vez mais.

Kelly da Costa e Thais Lermen

Modelo Bíoecológíco



Na teoria ecológica, os processos psicológicos passam a ser propriedades de sistemas, nas quais a pessoa é apenas um dos elementos, sendo como foco principal, os processos e as interações ao longo da vida. Considerando o modelo bioecológico do desenvolvimento que se baseia em processo, pessoa, contexto e tempo iremos analisar analisar o filme: “Crianças Invisíveis” dando enfase as cenas da menina americana Blanca (Hannah Hodson) que descobre ter AIDS através de seus colegas de classe.
Caso:
Blanca é uma menina negra de 13 anos (Pessoa)que mora com seus pais em uma cidade americana.(Contexto/Exossistema) Seu pai é um veterano da Guerra do Golfo(Tempo/ Macrotempo) e se tornou viciado em heroína contraindo o vírus da AIDS(Contexto/microssistema). Sua mãe sempre submissa também tornou-se viciada e aidética(Contexto/microssistema). Seus pais eram vistos pela sociedade como drogados e desocupados(Contexto/Mesossistema). Certo dia o pai sai para comprar drogas e a mãe ao injetar heroína desmaia provocando um inicio de incêndio assustando assim a todos(Tempo/Microtempo). Blanca frequenta uma escola de classe média baixa onde começa a ser excluída pelos colegas, descobrindo assim que através de seus pais é soropositiva(Tempo/Mesotempo).Ao chegar em casa Blanca se confronta com uma discussão entre seus pais sobre os coquetéis que utilizam para amenizar os sintomas ouvindo a mãe culpar o pai de contaminar toda a família(Tempo/Microtempo). Assim Blanca relata os acontecimentos na escola e confirma que é portadora de tal doença. Todos de abraçam e resolvem levar a garota a um centro de apoio a jovens portadores de HIV(tempo/Mesotempo).
O filme nos proporciona pensar e refletir no que vem acontecendo no mundo todo. É necessário mais atenção a essa infância desperdiçada, desrespeitada, violentada e desesperançada. Como pedagogos necessitamos analisar não somente a criança em sala de aula, mas todo o seu contexto. Devemos ter um olhar sensível e nunca descriminatório nos mais diversificados casos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O Lúdico na Educação Infantil



O brincar em situações educacionais, proporciona não só um meio real de aprendizagem como permite também que adultos perceptivos e competentes aprendam sobre as crianças e suas necessidades. No contexto escolar isso significa professores capazes de compreender onde as crianças “estão” em sua aprendizagem e desenvolvimento geral, o que, por sua vez, dá aos educadores o ponto de partida para promover novas aprendizagens nos domínios cognitivos e afetivos. Muitos adultos valorizam o brincar da boca para fora. Este trabalho embora centrado principalmente nos educadores da Ed. infantil, tem o objeto de ajudar todos aqueles que influenciam as vidas das crianças e ajudam a perceber como brincar pode ser verdadeiramente utilizado para o desenvolvimento e a aprendizagem durante toda a vida. O brincar é, portanto, o processo quanto modo: como as crianças e os adultos consideram certos objetos ou eventos indica se eles estão ou não agindo de maneira lúdica. “O brinquedo cria uma Zona de Desenvolvimento Proximal na criança”. (Oliveira, 1977: 67), lembrando que ele afirma que a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: a real e a proximal.  A zona de desenvolvimento real é a do conhecimento já adquirido, é o que a pessoa traz consigo, já a proximal, só é atingida, de início, com o auxílio de outras pessoas mais “capazes”, que já tenham adquirido esse conhecimento. 
 
O brincar é uma necessidade Básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitação e a educação. brincar ajuda a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, através das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, relaciona idéias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra-se na sociedade e constrói seu próprio conhecimento.

“As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu  nível básico de ação real  e moralidade" (Vygotsky, 1998).

Filmes para reflexão



O leitor
Começa na Alemanha após a Segunda Grande Guerra Mundial quando o adolescente Michael Berg (David Kross) fica doente e é ajudado por Hanna (Kate Winslet), uma desconhecida com o dobro da sua idade. Michael apos recuperar-se vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Hanna deixa-se cativar, à medida que Michael lê alguns clássicos para ela. Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa os julgamentos de guerra nazis e fica estupefacto ao ver Hanna novamente na sua vida - desta vez como arguida no tribunal. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.


Acreditamos que o desfecho do filme poderia ter sido outro se Hannah admitisse que não fora alfabetizada, assim ela teria uma prova irrefutável para atestar parte de sua inocência. Já Michael deveria ter relatado ao juiz tudo o que sabia e ajudado a sua amada, mas remete-nos também a hipocrisia social em que vivemos, onde diante dos fatos, omite-se e deixa o seu primeiro amor ser condenada de certo modo injustamente. O suicídio de Hannah demonstrou tristeza, pois não nos permite o conforto e a alegria após a tempestade de sentimentos apresentadas na trama. O filme é um drama das histórias reais da vida, com seus altos e baixos, suas inexplicações e sincronicidades. Durante todo o filme, fica a sensação de algo por completar, se concretizar, chegar a um fim, algo próximo do que podemos chamar dar certo.

Quem quer ser um milionário

Jamal Malik (Dev Patel) tem 18 anos de idade, fugiu da extrema pobreza e da violência e conseguiu um emprego onde serve chá numa empresa de telemarketing, e está prestes a experimentar um dos dias mais importantes de sua vida. Visto por toda a população, Jamal está a apenas uma pergunta de conquistar o prêmio de 20 milhões de rúpias na versão indiana do programa televisivo Who Wants To Be A Millionaire?. No entanto, no auge do programa, a polícia prende o jovem Jamal por suspeita de trapaça. A questão que paira no ar é: como um rapaz das ruas pode ter tantos conhecimentos. Desesperado para provar sua inocência, Jamal conta a história da sua vida na favela - onde ele e o irmão cresceram -, as aventuras juntos, os enfrentamentos com gangues e traficantes de drogas e até mesmo o amor por uma garota. Conseguirá Jamal provar sua inocência e ganhar o prêmio e o coração de sua amada? Com 10 Indicações ao Oscar 2009, Quem quer ser um milionário? foi o grande Vencedor do Globo de Ouro 2009 (Melhor Filme, Diretor, Roteiro e Trilha Sonora).

Tendo em vista o lado pedagógico, acredito que Jamal foi descriminado pelas pessoas que não acreditavam em suas capacidades simplesmente por ser um menino simples e sem oportunidades de estudo. Não fora levado em consideração, as suas vivências e como afirma Paulo Freire em seu livro, A importância do ato de ler, a criança quando nasce passa a ter sua própria leitura de mundo, sabendo, por exemplo, o que significa a caneta e para que ela seja utilizada mesmo sem saber escrever a palavra “caneta” propriamente. Assim a construção do conhecimento deverá sempre partir das vivências de cada indivíduo. No filme podemos observar que suas experiencias de vida são responsáveis por um conhecimento tão grande que permite ao protagonista permanecer na disputa pelo prêmio final.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Um grande desafio....

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Ao vermos esse vídeo, ficamos perplexos pelos resultados, e também paramos para analisar o quanto o racismo é oculto em nós, pois quando nos questionamos se somos racistas, se temos preconceito, quase todos diretamente respondemos que não, porém quando paramos e analisamos nossas atitudes e pensamentos, deixamos a questionar se realmente somos livre de tais preconceitos.
Esse vídeo nos faz refletir sobre como a mídia influencia nossas vidas de uma forma oculta, pois para eles as pessoas legais e bonitas são apenas os brancos, de olhos azuis, loiros e magros. E os negros são os feios, os sem educação. Devemos fazer uma auto-analise, para que possamos desconstruir isso em nós futuros Pedagogos(as), para que possamos trabalhar a construção da igualdade em nossos(as) alunos(as).

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Professor(a): Um articulador(a) do conhecimento



Professor(a) deve estar sempre em uma relação dialética com seus alunos(as). A troca de experiência entre ambos torna o ambiente educacional prazeroso e a relação de aprendizagem mais significativa. O Professor(a) deve se colocar como um facilitador, incentivador e motivador da aprendizagem, sendo assim um professor(a) aberto a indagações, demonstrando respeito ao tempo e as dificuldade de cada aluno(a). O erro deve ser encarado como uma motivação para novas aprendizagens, não podemos deixar de citar que o professor(a) deve avaliar seu aluno(a) de varias formas não somente pela forma escrita, mas também pela forma oral, suas atitudes em sala, sua participação em aula e etc. Trabalhando sempre na construção do pensamento critico de cada aluno(a).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Avaliação Mediadora



A escola tem como objetivo preparar para a vida, levando em consideração não somente a teoria, mas também aspectos sociais de cada aluno(a). A relação professor(a) e aluno(a) deve ser dialogica e aberta a questionamentos, trazendo reflexões do cotidiano da comunidade. Acreditamos que o professor(a) através de sua de sua mediação constrói ou não a autonomia de uma criança, a cooperação entre professor(a) e aluno(a) é importante para a construção da autonomia. O educador(a) deve proporcionar aos alunos(as) a liberdade de expressar-se não somente através da oralidade mas utilizando outros meios, como o corpo os desenhos e a escrita. Acompanhando os alunos(as) fazendo registros diários de sua evolução e oportunizando através de retorno que o aluno (a) reflita e pense sobre o seu processo de construção.

Texto construido com referências na leitura do poligrafo, AVALIAÇÃO MEDIADORA, uma prática em contrução de pre-escola à universidade, de Jussara Hoffmann

sábado, 31 de outubro de 2009

Pluralidade Cultural, um bem necessário...!


A diversidadade é inerente ao ser humano. Respeitá-la é portanto, uma questão de necessidade. Mas não basta! Mais que respeito, é preciso que as diferentes culturas se interrelacionem e dialoguem em paz. Só assim o processo de construção e evolução permanente das sociedades e das pessoas está garantido. Afinal, o que seria do Brasil sem essa tal de interculturalidade?! Com ela, todos têm a ganhar com a tolerância, o respeito e a reciprocidade.

Em entrevista para a revista Projetos Escolares, o professor Rafael dos Santos, doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP) relata suas expêriencias e a importância do diálogo entre as culturas e como influência na realidade escolar.

Relata que existem vários termos quando falamos em diversidade cultural, como pluralidade cultural, interculturalidade e multiculturalismo. Nas aulas de Curriculo e Cultura da professora Eunice Nonato ao estudarmos conceito estruturante ficou esclarecido que Interculturalidade seria uma cultura interligada que o professor entrevistado complementa: “interculturalidade tem esse vies de se trabalhar pelo diálogo e sempre reconheço a impotância de se fazer intercambios” . Já o multiculturalismo caracteiza-se pela convivência de diferentes culturas (não interligadas) apenas como forma de mantê-las isoladas, sem um viés de cruzamento, de diálogo ou de mistura, assim como nos relatou a professora Eunice agindo somente com tolerância ao outro.


Cada um de nós tem suas pluralidades e vários aspectos que compõem o ser, faz parte da própria condição humana, seja da perspectiva do coletivo ou do indivíduo. E todo esse somatório de características, diferenças e interferências, é articulado a partir do livre arbítrio de cada um. É necessário que o pedagogo(a) em sua ação saiba como trabalhar a diversidade cultural, sempre utilizando da interdisciplinariedade para conscientizar á todos de que somente atráves da pluralidade teremos cidadãos que respeitem e valorizem as mais diversas culturas.

Autora: Kelly Jeziorski

domingo, 25 de outubro de 2009

Gênero, sexualidade e educação

Estamos realizando um seminário de estudos da obra de Guacira Lopes Louro Gênero, Sexualidade e Educação na disciplina de Educação e Gênero da professora Simone Dornelles onde já foram apresentados os seguintes assuntos:

- A emergência do Gênero e algumas questões fundamentais sobre o estudo das relações de gênero enfatizando o significado da palavra gênero, seu conceito, sua transformação e a identidade sexual. E foi apresentado também o documentário “Nem gravata nem honra”, onde revê algumas posições e questionamnetos de mulheres e homens destacando seus papeis em relação ao gênero do universo feminino.







Gênero Sexualidade e Poder: foi apresentado o filme “Das tripas coração”, sua narrativa é construída a partir do sonho de um interventor que chega a um tradicional colégio feminino para encerrar suas atividades e, nos cinco minutos em que aguarda a reunião decisiva, adormece e sonha com todas as mulheres, entre alunas, professoras e demais funcionárias, que percorrem os corredores da instituição. O filme se desenrola durante esses poucos minutos de sonho, quando esse homem se verá no cotidiano frenético da escola, ou melhor, no que ele imagina ser o cotidiano com todas aquelas mulheres: professoras histéricas e invejosas, adolescentes rebeldes, descobrindo a sexualidade e vivendo em um ambiente opressor, ele próprio componente das relações de poder que se desenvolvem ali.





-A Construção Escolar das Diferenças foi o assunto que o nosso grupo (Kelly, Thais, Liane e Carolina) estavamos encarregados de apresentar, ao desenvolver do trabalho foi surgindo muitas idéias e reflexões, então decidimos apresentar um filme comentado onde as discussões fossem levantadas de forma construtiva no decorrer do mesmo para a busca permanente do nosso conhecimento. O filme “Clube dos Cinco” nos mostra a relação de cinco adolescentes que em virtude de terem cometido pequenos delitos, são confinados no colégio em um sábado, tendo que escrever uma redação de mil palavras sobre o que eles pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas bem diferentes, no decorer do dia começam a aceitar uns aos outros e várias confissões são feitas entre eles.
O debate nos proporcionou uma reflexão sobre a construção de generos que criamos em cima de nossos(as) alunos(as) e de como é necessário desconstruir alguns esteriótipos induzidos e reproduzidos na escola, tanto por professores(as), quanto pelos(as) próprios(as) alunos(as).




O gênero da docência: O Clube do Imperador conta a história de William Hundert (Kevin Kline), um professor apaixonado pelo trabalho que tem sua vida pacata e controlada totalmente mudada quando um novo estudante, Sedgewick Bell (Emile Hirsch), chega à escola. Porém, o que começa como uma terrível guerra de egos acaba se transformando em uma profunda amizade entre professor e aluno, a qual terá reflexos na vida de ambos nos próximos anos.
Devemos refletir em busca da transformação, nas práticas pedagógicas, principalmente dos trabalhos em grupo, pois a troca de conhecimento é essencial para o crescimento de todo ser humano.



Um filme muito tocante, que mostra um garoto que gosta e/ou pensa que é uma menina, causando um grande furor na pequena cidade onde mora. Sua família deve então viver com a possibilidade de que ele seja gay e deve superar todos os transtornos que a situação gera, um filme que traz uma realidade, que muitas vezes não sabemos como agir, trabalhar as diferenças faz parte da formação do pedagogo.







Epistemologia feminista: Apresentado com o filme “O sorriso de Mona lisa” que faz um retrato minucioso da mentalidade dos anos 50, relativamente às mulheres. Todas aquelas expectativas de casar aos 20 e poucos anos, ter filhos e ser acima de tudo boa esposa, mãe e dona-de-casa foram postas de causa por Katherine, levando as suas alunas a fazerem as suas escolhas por sua livre vontade. A luta da mulher pra se libertar dos costumes, opressões e discriminação aos setores gerais da sociedade

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

E lá vamos nós e a centopéia...



No começo do 2º semestre, ao recebermos os planejamentos das aulas, percebemos que foi nos proposto a construção do BLOG, o que gerou um pouco de inquietação para alguns, mas já para nós não. Chegamos a conclusão que seria divertido, pois vivemos em um mundo de tecnologias, e por que não usa-las para abranger nosso currículo? falando em curriculo acho muito produtivo contar um pouco da nossa perspectiva e experências do curso, conversando com minhas colegas que estão compartilhando comigo esse blog percebi que todas tinham certeza que esta era a profissão que queiríamos seguir, até por nosso curriculo de vida,por exemplo a Kelly já é professora,outras dedicam cuidados aos familires, ou mesmo lidando com relações sociais.E ao longo do 1º semestres essa certeza só se confirmava. Tivemos a oportunidade de construir um portfólio, porém não foi tão fácil assim, esse portfólio tirou muitas noites de sono. Irei contar um pouco sobre o desenvolvimento dele: nossa escolha foi fazer uma centopéia, que era uma oportunidade de transformar um relatório em um trabalho criativo e divertido. E mal sabiamos o trabalho que daria, mas a cada avaliação orgulhávamos de nós mesmos, e então resolvemos continuar nossa construção, por isso a escolha do nome CENTOPÉIA CULTURAL.

Autora: Thais Lermen de Oliveira



Gostaria de colocar junto com as palavras da minha colega que, por alguns motivos pequenos não tive a oportunidade de fazer o portfólio da centopéia com a Thais e a Kelly, fiz com a Wanessa onde hoje não se encontra mais cursando pedagogia conosco mas acredito que por destino, no 2° semestre nós três começamos a ter mais afinidade e aproximação com isso passamos a fazer diversos trabalhos juntas o que resultou muita coisa boa e identificação.Falando do portfólio um pouquinho, digo que foi uma experiência muito boa onde pude aprender não somente com professores mas sim com colegas, agora com o BLOG acredito que será muito divertido, a tecnologia vem nos apresentando muitas novidades fazendo assim com que possamos explorar o BLOG fazendo dele um local de aprendizado, vai ser muito produtivo fazer o BLOG com minhas colegas Thais e Kelly e aguardem que iremos colocar muitas coisas interessantes no nosso blog.

Fica aquele abraço de urso! :D Priscilla Ramila.